 |

Árvore de porte médio, com uma copa ampla e uma altura média de 15-20m.
O tronco tem uma casca acinzentada ou parda.
As folhas são oblongas de margem inteira ou muito ligeiramente serrada e persistentes, de cor verdeescura, brilhantes na página superior e com indumento esbranquiçado nas inferiores. O fruto é a bolota, oval com pedúnculo lenhoso e rijo.
Espécie de sombra.
Suporta bem todos os tipos de solos incluindo os esqueléticos e os calcários. Habita montados e bosques de clima mediterrânico.
Em Portugal adquire uma maior importância no interior alentejano. |
|

Espécie espontânea em Portugal.
É uma árvore marcescente que não ultrapassa os 20m de altura, com folhas crenadodentadas.
Os frutos são as bolotas (15-33mm), oblongas, com uma cúpula de escamas ovais proeminente no dorso.
Espécie de meia-luz e xerófila.
Habita em carvalhais, sobreirais e azinhais.
Suporta todos os tipos de solos, incluindo os calcários. |
 |
|
 |

Espécie natural da região Mediterrânea e nativa em Portugal. De folha persistente e copa arredondada, o pinheiro manso pode chegar aos 30 m de altura. O tronco é direito cilíndrico de casca muito grossa e coloração parda a acinzentada, muito gretada.
Possui folhas aciculares verde claras, rígidas e agrupadas duas a duas. As pinhas estão isoladas ou agrupadas em 2 ou 3, ovaliformes e de cor castanhoavermelhado, contendo uma semente comestível (o pinhão).
Prefere solos profundos e arenosos, ligeiramente ácidos mas adapta-se a solos calcários se não forem muito argilosos. Espécie de luz e termófila. |
|

Espécie oriunda dos bosques montanos da América Central. Em Portugal, a sua presença é assinalada na Mata do Buçaco e, como ornamental, um pouco por todo o País.
Espécie de luz e de crescimento rápido.
Apresenta uma altura média de 25-30m, copa espiral, tronco castanhoavermelhada e folhas escamiformes de cor azul-esverdeada.
Os frutos são gálbulos (1-1,5cm de diâmetro) com 6 a 8 escamas, glaucos quando imaturos e castanho vivo quando maturos.
Prefere solos de pH neutro a levemente ácido ou básico, leves e fundos.
Tolera bem os solos calcários e a secura.
É resistente à poluição atmosférica urbana. |
 |
|
 |

Espécie resinosa autóctone mais representada em Portugal.
É heliófila e apresenta crescimento rápido, alcançando entre 20 a 35 metros.
O tronco está coberto por uma casca espessa, rugosa, de cor castanho-avermelhada e profundamente fendida.
Tem uma ramificação verticilada e densa.
As suas folhas são aciculares e persistentes, agrupadas aos pares, com 10 a 25 centímetros de comprimento.
As pinhas são simétricas, ovaliformes, castanhas claras e brilhantes quando maduras.
Excelente pioneira em solos degradados, mostre nítida preferência pelos solos permeáveis de textura ligeira, é calcífuga e tem grande susceptibilidade à compactação do solo. |
|

Espécie natural da região Mediterrânea ocidental e autóctone em Portugal, predominando a sul do rio Tejo.
Árvore de porte mediano, pode atingir 20m de altura, com copa ampla e pouco densa.
O tronco tortuoso é ramificado em grossas pernadas e revestido por casca acinzentada, espessa e fendida ? a cortiça.
Portugal é o maior produtor mundial de cortiça.
Apresenta folhas ovaliformes e denticuladas, persistentes e de cor verde escura sem pêlos.
O fruto é a bolota, oval com uma cúpula coberta de escamas triangulares, curtas e imbricadas.
Vegeta em todo o tipo de solos, com excepção dos excessivamente argilosos e com fraca capacidade de retenção de água.
Espécie de meia-luz, termófila e xerófila. |
 |
|